construindo o presente


Cantareira

Continuo insistindo: carta de 24/02/2015, não publicada pela FSP:
O título da reportagem, "Principais represas do Cantareira têm devastação acima da média" (Cotidiano, 24/02/2015), é sintomático porque faz supor que há um nível aceitável de devastação; não há! Devastação é destruição e ruina, e para o que foi devastado, não existe compromisso aceitável que não a reconstituição "ad integrum", até onde isso for possível.
O estado, ainda que letárgico e paralizado por seus interesses pouco republicanos, recebeu um alerta, digamos climatológico, este ano e nos precedentes. Nada fez e colocou-nos a todos sob a realidade de um rodízio que ganhou a alcunha de "controle hídrico", um belo nome para a falta regular de água em nossas torneiras.
Há aqui a oportunidade de se corrigir rumos: recuperar mananciais, reflorestar as margens dos rios e represas, e porque não os parques e praças, desenterrar os rios da cidade, despoluir o Pinheiros e o Tietê, e por aí afora. Como na economia, todos sabemos o que precisa ser feito, resta saber quem terá a coragem e a visão para fazer acontecer. Ou continuaremos atolados nos eufemismos, nas promessas e nas declarações tresloucadas como a de um suposto diretor da SABESP que aconselhou os paulistanos a abandonar a cidade?


Escrito por Gustavo A J Amarante às 08h04
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