construindo o presente


FSP 10/06/2015

Finalmente temos no governo, ao menos uma pessoa que sabe do que fala e fala sobre o que sabe. O alento fica ainda maior quando esta pessoa é o ministro da educação, filósofo e professor de Ética. Quem sabe com suas ações/articulações, a tal Pátria Educadora de fato eduque e nos ponha no caminho do futuro que nunca parece chegar. Quem sabe sob sua regência, os professores voltem a ser considerados e respeitados como deveriam ser e como nunca deveriam ter deixado de ser; quem sabe se constituam como construtores de nações, como na citada Coréia, exemplo de revolução educacional. E, quem sabe ainda, construa-se um compromisso com os egressos de instituições públicas que permita que devolvam para a sociedade um pouco do que dela receberam.
Em meio a tantas paixões (pathos, excesso), o Professor Renato parece conseguir seguir seu próprio conselho e desapaixonar-se para poder ver mais claramente o que tem diante de si: a maior de nossas desigualdades, o abismo educacional que condena à um futuro incerto e sempre distante a promessa de futuro que sonhamos e desejamos.
Boa sorte Professor. Boa sorte Ministro.


Escrito por Gustavo A J Amarante às 22h34
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