construindo o presente


Insistindo

Continuo insistindo em dar a minha pequena contribuição para uma reflexão de nosso tempo e de nossa sociedade. Cartas para a FSP; não publicadas.

31/08/2015

A tirinha do Laerte hoje, 31/08/2015, é genial, é atual, é brutalmente humana. Diz respeito a todos nós, de algum modo, e assim, é um convite para reflexão.


09/09/2015

"Levy defende mais imposto, e Temer critica a proposta", Poder, 9/09/2015. Nem li a notícia, enojado que fiquei com a solução de sempre para a eterna mal-versação dos recursos públicos no Brasil. É o que temos: ausência de pensamento e resposta medular única - há problema, aumenta os impostos. Conter gastos, evitar desperdícios, cobrar de quem não paga (igrejas todas, por exemplo), coibir desvios, repatriar dinheiro ilegalmente mandado para fora, investigar enriquecimento inexplicável, nem pensar, porque afinal, não há pensamento, apenas a resposta medular de aumentar os impostos. Por fim, com tanto imposto pago, mesmo sem novo aumento, onde está o retorno social de toda esta tributação? Onde estão as escolas, os hospitais, o incentivo ao pequeno negócio, o investimento em  professores; onde está o nosso futuro que não chega nunca?


18/09/2015

Em "A crise como álibi", Ilustrada, 18/09, Vladimir Safatle acerta no atacado, mas erra no varejo. De fato a carga de impostos deveria obedecer uma lógica progressiva diferente da atual, onde os mais pobres são mais penalizados. Por outro lado, nem todos os ricos vivem "de renda"; muitos trabalham e trabalham muito duro para obter o sucesso que desfrutam. Assim, imposto progressivamente maior, conforme a renda, parece-me justo. Quanto a pagar pelos estragos da crise, julgo mais apropriado encontrar os responsáveis pelos desatinos e fazê-los pagar por seus mal-feitos.


25/09/2015

Interessante a análise do Hélio Schwartsman em "A crise e a galinha", Opinião, 25/09/2015. Concordo com a redução máxima possível do sofrimento das pessoas, e com a resultante falta de condições para as reformas necessárias. Mas vejo a falta de uma terceira escola realista, a escola legalista. Nesta abordagem, os erros seriam investigados com perseverança e transparência, os culpados de atos ilegais seriam punidos, os inocentes seguiriam suas vidas, os desvios seriam corrigidos e o que foi subtraído do estado, devolvido na forma da lei. Acho que sugiro uma utopia.


30/09/2015

Dizem os experts que para haver razão para o impedimento de um governante, há que se demonstrar que ele governa de costas para a constituição do país. Olhando para o que ocorreu hoje, com a demissão do ministro da educação e o leilão desavergonhado de outros ministérios, fico pensando que este governo está de costas para o país. Não seria este um motivo também plausível para o impedimento? É com grande tristeza que me dou conta de que este governo acabou, e de forma lamentável.

E umas palavrinhas no FB, em 02/10/2015

It makes no difference if it happens in Oregon or in Africa, or in Asia, or in Europe, or here amongst us: when people get killed by man's irracionality it feels like a brother has been killed; it feels like a son, a daughter, your wife, or mother or father or friend has been taken away from you. So sad… so sad… there are times when all you can feel is to feel sad.



Escrito por Gustavo A J Amarante às 18h37
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